Conheça o primeiro coliving de Fortaleza



Coliving

Você sabia que o conceito de coliving (moradia compartilhada) surgiu na década de 1970, na Dinamarca? No entanto, foi oficializado por meio de conceitos do arquiteto Charles Durrett, na Califórnia (EUA), que chamou a forma compartilhada de habitação de cohousing.

O coliving, baseado na troca de experiência ao invés da posse, demonstra que a economia compartilhada veio para ficar. Ele foi projetado para atender a novos comportamentos da sociedade, cada vez mais conectada e buscando formas mais práticas de facilitar o cotidiano.

Com certeza você já ouviu falar de empresas que praticam o colaborativismo:

  • Uber: empresa de transportes compartilhados;
  • Netflix: provedora global de filmes e séries de televisão;
  • Airbnb: serviço que permite que pessoas do mundo inteiro ofereçam suas casas para usuários que buscam acomodações mais baratas, em qualquer lugar do mundo;
  • Spotify: um serviço de streaming de música, podcast e vídeo que pode ser gratuito e pago, de acordo com a necessidade do usuário;
  • Easy: aplicativo que tem como foco trazer soluções eficientes e eficazes para os passageiros do transporte de táxi.

Em um mundo onde as pessoas estão mais preocupadas com o bem-estar, praticidade e qualidade de vida, muitos têm aderido ao consumo colaborativo. Nele, o empréstimo e a coletividade excluem o ato de comprar e o substituem por transformar os espaços em pequenas comunidades. São casas e apartamentos compartilhados, que estimulam a convivência e ajudam a levar uma vida de forma mais sustentável.

Normalmente, esses imóveis permitem que os moradores dividam cozinha, banheiros, lavanderia e área de lazer. No coliving, os moradores costumam ter estilos de vida já estabelecidos, que pedem facilidades e estruturas cômodas e funcionais.

Essa nova definição vem ganhando adeptos no mundo inteiro, a partir da economia no valor do bem final e formas mais equilibradas de viver. Com isso, gera-se sustentabilidade nas contas, reeducação do nosso estilo de vida e, sobretudo, disseminação de novos hábitos.

J Smart: o pioneiro em Fortaleza

A partir dessa nova perspectiva do mercado imobiliário, a J Simões apresenta ao mercado cearense o J Smart, que, no seu conceito Smart Home, baseado no coliving, propõe a troca de experiências, espaços, objetos e até serviços entre os condôminos. Aqui no J Smart, inteligente é compartilhar.

O empreendimento foi projetado para atender aos recentes anseios do consumidor, que deseja morar próximo ao local de trabalho para ter mais tempo livre e para incrementar a qualidade de vida.

Com apartamentos de metragem a partir 37m², o J Smart apresenta áreas comuns de serviços, lazer e convivência com uma nova capacidade de uso, com eletroeletrônicos e espaços que podem ser divididos com todos os proprietários.

Além disso, o comprador pode optar por receber o seu apartamento mobiliado e decorado. Assim, os imóveis podem ser disponibilizados com kits de mobília fixa, kits de mobília solta e kits de eletrodomésticos, gerando mais economia de gastos e de tempo para morar e/ou alugar com comodidade e segurança.

Você deve estar se perguntando: mas o que faz do J Smart um apartamento realmente inteligente? A gente responde: além de tudo isso que já foi mencionado nos tópicos anteriores, no J Smart os inquilinos possam adaptar esse espaço à sua necessidade de vida. E aí, vai dizer que isso não ser inteligente?


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