Qual o melhor investimento para seu dinheiro?



Coliving

Muitos pequenos investidores já se viram na duvida entre qual o melhor tipo de investimento no Brasil. Em um país acostumado a um cenário de juros altos e rendimentos financeiros atraentes muita gente abandonou os investimentos imobiliários porque julgava-os pouso atrativos.

Mas será que isso é verdade?

O que de fato sabemos é que as grandes fortunas de longo prazo no mundo são imobiliárias. Casos como Donald Trump, Sam Zell e  Stephen Ross são casos clássicos de fortunas geradas no mercado imobiliário

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Com uma fortuna estimada em 4,4 bilhões de dólares, Ross comanda a Related, que é dona de 20 bilhões de dólares em imóveis nos Estados Unidos. É, hoje, a maior proprietária de prédios para locação em Nova York — tem quase 18.000 apartamentos e 2,6 milhões de metros quadrados de escritórios e lojas.

Ross decidiu que é hora de investir no Brasil. “Ainda há muito espaço para investir no mercado brasileiro, principalmente no segmento de luxo”, disse ele em uma recente entrevista à Revista EXAME.

Mas e como esse mercado funciona no Brasil?

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Entendendo os indicadores financeiros do mercado de locação

Primeiro precisamos entender alguns conceitos que vários desses investidores levam em consideração que os pequenos investidores não se atentam: os JUROS REAIS.

Juros reais são um conceito da economia que basicamente é a diferença entra o rendimento de juros/aluguel e o valor da inflação.

Por exemplo: se a SELIC no Brasil estiver a uma taxa de 6,50% ao ano e a inflação calculada pelo IPCA em 2018 estiver em 3,75% os juros reais da economia brasileira são de 6,50% (SELIC) – 3,75% (IPCA) = 2,75% de JUROS REAIS.

Ou seja, se você aplicar seu dinheiro em um banco ou titulo público que rende 6,50% ao ano, descontados da inflação no periodo, seu dinheiro efetivamente rendeu apenas 2,75% ao ano.

É aí que analisamos o Mercado de alugueis residenciais no Brasil.

Precisamos levam em consideração o fato de todos os contratos de aluguel do Brasil serem reajustado pelo IGPM, também conhecido pelo “índice de reajuste do aluguel”. O IGPM é um índice que, da mesma forma que o IPCA, também é um índice de inflação.

Porem historicamente o IGPM é bem superior ao IPCA.

E o que isso quer dizer?

Quer dizer que o aluguel é um rendimento com características de “juro real”, ou seja, ele é indexado pela inflação do IGPM anualmente. Ou seja, se o seu aluguel render 0,35% (ou 4,20% ao ano), ele será acrescido anualmente pelo IGPM. Em 2018, o IGPM acumulou alta de 7,54%

Dessa forma, um rendimento de aluguel em 2018 rendeu 4,20% (Aluguel) + 7,54% (IGPM) – 3,75% (IPCA) = 7,99% de JUROS REAIS.

Em resumo, enquanto sua aplicação financeira rendeu 2,75% de Juros Reais, o seu aluguel rendeu 7,99% de JUROS REAIS.

Mas e se você conseguir um imóvel que rende mais que 4,20% ao ano? E se houvesse um tipo de imóvel que rende até 6,00% ao ano + IGPM?

Você estaria interessado em ouvir menos seu gerente de banco “especialista financeiro” e fazer como Donald Trump, Sam Zell e Stephen Ross?

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